Era, eram. Choupam os silêncios em forma de guarda-sóis, luas e república. Um ormem passa as pantalhas migratórias, lembra-se. No fogo-de-santelmo da retaguarda, a resistência é uma líbido. Sobe pelas coxas da imagem desconsiderando a planitude de Euclides. Um ormem vai subir, sorver, descasca a teoria. Já não olha a piscar-o-olho a Hooper, na rezitude de afastar os corpos emocionais das paisagens, das pastagens. A Coisaville assoma como uma imagem sem a sinapse da vibração. Um cemitério como qualquer fixidez, como esta fixa austeridade onde só vive quem anda por cima sem caber no molde, na moldura.
01 março 2012
fechados choupos à manu
Era, eram. Choupam os silêncios em forma de guarda-sóis, luas e república. Um ormem passa as pantalhas migratórias, lembra-se. No fogo-de-santelmo da retaguarda, a resistência é uma líbido. Sobe pelas coxas da imagem desconsiderando a planitude de Euclides. Um ormem vai subir, sorver, descasca a teoria. Já não olha a piscar-o-olho a Hooper, na rezitude de afastar os corpos emocionais das paisagens, das pastagens. A Coisaville assoma como uma imagem sem a sinapse da vibração. Um cemitério como qualquer fixidez, como esta fixa austeridade onde só vive quem anda por cima sem caber no molde, na moldura.
